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Selecione o modelo
Abra uma conversa nova. Na caixa de mensagem fica o seletor de modelo: clique nele e escolha o modelo antes de enviar o primeiro prompt. Você pode trocar a qualquer momento, inclusive no meio de um projeto.
Quais modelos aparecem depende do seu plano. Se algum dos quatro abaixo não estiver na lista, é limite do plano e não erro de instalação.
Regra prática: a documentação da Anthropic recomenda começar pelo Opus para a maioria das tarefas, subir para o Fable quando o resultado ainda ficar abaixo do que você precisa, e descer para Sonnet ou Haiku quando a prioridade for velocidade e custo.
| Modelo | Perfil | Velocidade |
|---|---|---|
| Fable 5.1 | Raciocínio exigente e trabalho longo com agentes | Mais lento |
| Opus 5.5 | Código e trabalho de conhecimento de longa duração | Moderada |
| Sonnet 5.5 | Melhor equilíbrio entre velocidade e inteligência | Rápida |
| Haiku 4.5 | O mais rápido, com inteligência próxima da fronteira | Mais rápida |
Opus: como e quando usar
O Opus é o modelo recomendado para começar. Foi pensado para trabalho de longa duração: programação com agentes e tarefas de conhecimento que têm várias etapas.
Como usar
- Dê o objetivo completo e o critério de pronto, em vez de dividir em pedidos pequenos.
- Anexe os arquivos e documentos relevantes na própria conversa para ele trabalhar com o material real.
- Peça um plano antes da execução em tarefas grandes e aprove o plano antes de seguir.
Quando usar
- Análises longas: relatório de funil, auditoria de vendas, revisão de contrato.
- Programação com várias etapas, como construir uma página ou uma automação do início ao fim.
- Qualquer tarefa em que você não sabe qual modelo escolher: comece por ele.
Quando não vale
Perguntas rápidas e tarefas repetitivas de baixo risco. Nesses casos o Sonnet ou o Haiku entregam parecido, mais depressa.
Sonnet: como e quando usar
O Sonnet combina velocidade e inteligência. É o modelo para o trabalho do dia a dia, quando você conversa bastante e quer resposta sem espera.
Como usar
- Use em conversas com várias idas e vindas: refinar um texto, ajustar uma planilha, iterar em um prompt.
- Dê instruções diretas e curtas. Ele responde bem a pedidos claros, sem precisar de contexto enorme.
- Se a resposta vier rasa, repita o mesmo pedido no Opus antes de reescrever o prompt.
Quando usar
- Redação e revisão: e-mails, posts, propostas, resumos de reunião.
- Análises de tamanho médio e perguntas sobre documentos.
- Ajustes de código, correções e pequenas funcionalidades.
Quando não vale
Problemas muito difíceis, com muitas partes dependentes entre si. Aí o Opus ou o Fable compensam o tempo extra.
Haiku: como e quando usar
O Haiku é o modelo mais rápido da linha e tem inteligência próxima da fronteira. É a escolha quando o volume é alto e a tarefa é bem definida.
Como usar
- Escreva o pedido com formato de saída explícito: lista, tabela, JSON, número de linhas.
- Use para processar muitos itens parecidos, um de cada vez, com o mesmo molde de instrução.
- Mantenha o material dentro de uma janela menor: o contexto dele é de 200K tokens, contra 1M dos outros.
Quando usar
- Classificar, etiquetar e triar mensagens, leads ou tickets.
- Extrair dados de textos curtos e padronizar campos.
- Respostas curtas e rascunhos rápidos, quando a velocidade importa mais que a profundidade.
Quando não vale
Raciocínio longo, documentos muito grandes ou tarefas com muitos passos. Suba para Sonnet ou Opus.
Fable: como e quando usar
O Fable é indicado para raciocínio exigente e trabalho de longo horizonte com agentes. É o modelo que você chama quando o Opus, mesmo com mais esforço, ainda não entrega o resultado.
Como usar
- Reserve para problemas difíceis. Descreva o contexto, as restrições e o que já foi tentado.
- Dê tempo: a resposta demora mais que nos outros modelos, e isso faz parte do trabalho.
- Use depois de testar no Opus. Se o Opus resolveu, não precisa subir.
Quando usar
- Decisões estratégicas com muitas variáveis e trade-offs.
- Agentes que trabalham por muito tempo, com muitas etapas e ferramentas.
- Problemas técnicos complexos em que as outras tentativas falharam.
Quando não vale
Tarefas simples ou repetitivas. É o modelo mais caro e mais lento da linha, então o custo só se justifica quando a dificuldade pede.